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Secretaria Regional da Agricultura e Florestas
Direção Regional dos Recursos Florestais
 



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Ação 1

Outras ações ...

 

Os ensaios referidos anteriormente assumem-se claramente como as traves mestras deste edifício, contudo, existem muitos outros trabalhos que decorrerem paralelamente àqueles. A seguir indicam-se de forma sintética alguns deles, sem uma ordem pré-definida:


a) Avaliação da eficácia de protetores individuais:
Pretendeu-se obter informação sobre a eficácia dos protetores individuais nas arborizações contra a ação do coelho bravo. Instalaram-se dois ensaios de plantação de criptomérias com protetores individuais, onde se avaliam 8 tipos de redes, duas alturas dos protetores e das plantas, bem como 2 tipos de instalação.

b) Gestão de povoamentos para produção de semente:
Foram selecionados 4 povoamentos jovens, entre 6 e 12 anos, com boas características fenótipicas, nas ilhas Terceira, Pico, Faial e S. Miguel, com o objetivo de os conduzir com vista à produção de semente. Com esta ação visava-se basicamente disponibilizar, no curto prazo, semente, que apesar de não ser melhorada, é certamente de qualidade superior à utilizada correntemente que é/era colhida, regra geral, nas bordaduras dos povoamentos e cortinas de abrigo.


c) Estabelecimento de métodos de macro propagação vegetativa:
Pretendeu-se avaliar, em ambiente controlado e ao ar livre, as técnicas, épocas do ano e substratos mais adequados a utilizar na multiplicação da criptoméria por estacaria.


d) Utilização de marcadores moleculares:
Pretendeu-se avaliar a variabilidade genética da população Açoriana, usando a técnica msp-PCR. Utilizou-se material foliar de 42 lotes, tendo-se considerado as origens açorianas e cinco japonesas, assim como a descendência de 30 árvores plus.


e) Instalação de parcelas de demonstração:
Em quase todas ilhas foram instaladas parcelas de 400 m2 destinadas a comparar, nas nossas condições, o desenvolvimento de criptomérias de origem local com outras provenientes de semente melhorada oriunda do Japão e da Coreia, e assim ter uma primeira ideia do potencial do melhoramento genético da criptoméria local.


f) Ensaios clonais:
Com o material vegetativo resultante do rebaixamento do parque clonal de material proveniente da Galiza, fizeram-se estacas no viveiro das Furnas destinadas a avaliar a capacidade de enraizamento daqueles clones e posterior aproveitamento para ensaios clonais. 


g) Parque de pés-mães:
Com as estacas enraizadas de árvores plus parques de pés mães com 1 a 5 rametos de cada, segundo o compasso de 3 m X 3 m. Estes parques são bancos onde está arquivado o material genético de casa árvore plus, sendo ainda conduzidas para a recolha de propágulos vegetativos.


h) Condução de sebes clonais
Foram instaladas mini-sebes de criptoméria, geridas e conduzidas com o objetivo de poderem vir a funcionar como os mini-pomares produtores de semente.


I) Avaliação da tolerância à Armilaria mellea:
Um dos objetivos do melhoramento genético da criptoméria é melhorar a resistência desta espécie à Armilaria mellea, que em termos sanitários constitui a principal preocupação do sector florestal regional. Em conjunto com a Estação Florestal Nacional, foi feita a avaliação da tolerância da descendência das árvores plus a esta doença,  infetada pela inoculação do fungo..


j) Árvores de cerne negro:
Alguns trabalhos realizados no passado apontam que a resistência à Armilaria mellea é incrementada nas criptomérias de cerne negro, não existindo no entanto muita informação disponível sobre a identificação ou localização destas árvores, pelo que, foi feito um esforço de deteção e propagação destas árvores.

 

 

Programa de Melhoramento Florestal
da Região Autónoma dos Açores

 

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